Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome;

Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu;

S.Mateus 6:9 e 10


Intuição ? Um cristão conta com isso ? Já teve aquele sentimento de que não deveria fazer algo, e acaba rendendo-se à teimosia, e essa atitude leva à uma situação inesperada ? Comumente então vem a expressão : "Tive uma intuição à respeito! Não deveria ter feito isto!"; todavia mais que uma simples intuição o verdadeiro Cristão tem um guia chamado o Grande Espírito Santo ! E é ele quem coordena a sala de controle, ou seja o nosso coração. Resistir ao mesmo pode ser fatal, e muitas vezes sem chances para um regresso. 

E quando seu testemunho for posto à prova, ao ponto de lhe custar a vida, estaria disposto à morrer por isso? Nesta semana vamos começar  com uma maravilhosa história contada por nosso Profeta que reforça os temas acima abordados, que seja de alento espiritual e acredite jovem, cedo ou tarde todos seremos confrontados à obedecer ou a testemunhar, porém lembre-se: obediência é melhor que sacrifício !

140 Vocês sabem, eu nunca penso nesse hino sem pensar numa história que me foi contada certa vez. Foi nas reservas do Arizona. Lá estava Tim Coy. Ele era guia para os índios, e uma espécie de jovem missionário. E ele tinha se perdido no deserto, e não conseguia encontrar seu caminho de volta. E estava montado em sua égua, ficou sem água. Ficou perdido por dois ou três dias lá—lá, toda a esperança de que conseguiria sair havia se esgotado. Disse que ele estava testificando num encontro, e disse que parecia muito escuro para ele. E ele topou com uma trilha de cervos, no deserto, e disse que a égua que ele montava, disse, não estava aguentando mais. Ela era… Creio que disse que o nome dela era Bess. E disse que ele—ele—ele sentia tanto dó dela, que estava indo a pé. Houve umas tempestades de areia, e as narinas ficaram todas cobertas de areia.

141 E essa é a razão pela qual eles usam aqueles lenços no pescoço. Quando dá a tempestade de areia, eles o colocam sobre o rosto. Eu já cavalguei muitas vezes, e minha respiração sendo úmida, formava simplesmente—simplesmente um bolo sólido de areia em torno de rosto assim, cavalgando. Aquela poeira, gado, vocês sabem, e coisas tais, à sua frente. E as tempestades de areia sopram isso assim.

142 Ele disse que achou que já estava chegando o fim para ele. Ele estava cambaleando, ele próprio, seu cavalo. Ele pode… Você pode aguentar sem água por mais tempo do que o cavalo. Assim, disse que estava cambaleando. Ele topou com certa trilha de cervos, e disse que se sentiu tão bem. Ele começou a descer a trilha de cervos. E montou nela e começou a cavalgar, e disse que cavalgou trilha abaixo por uma pequena distância. Disse, oh, parecia que houvera centenas de cervos descendo por aquela trilha. E pensou: “Bem, essa trilha de cervos leva à água, de modo que vou encontrar água.” E disse que começou a cavalgar seu cavalo.

143 E disse que chegou a um lugarzinho onde três ou quatro se ramificavam para um lado, e disse que a égua queria pegar essa trilha. Ele disse: “Oh, não, Bess. Você não pode pegar essa trilha.” Agarrou-a pelo freio, e virou-a para este lado. Disse: “Vá por esta trilha. Está mais batida. É por aqui que todos os cervos foram beber.” E disse que o cavalo virou, simplesmente ficou relinchando, relinchando. E disse que ele estava tão animado, ele tinha esporas de rodas, e ele simplesmente cortou a égua até ela ficar ali, sangrando. E disse que ela se recusava ir. Ela queria ir por esta pequena trilha.

144 Vejam, assim é com muitas pessoas. Gostam de ir pela trilha da televisão, das estrelas de cinema, ir pela trilha da popularidade, para ser alguma pessoa importante. Estão vendo? Elas não observam aquela trilha pequena.

Há uma estrada que leva para o Céu,
É escuro lá, uma trilha, assim dizem;
Mas a larga que leva à destruição
É sinalizada e resplandecente por todo o caminho.

Dizem que haverá um grande ajuntamento de gado,
Quando vaqueiros como novilhos sem mãe se acharão lá;
Que serão marcados pelos cavaleiros do Juízo,
Que estão em seus postos e conhecem cada marca.

Vocês já ouviram a canção.

Assim, acho que eu seria um bezerro desgarrado,
Apenas um homem que está condenado a morrer,
Que seria separado no bando com os rústicos,
Quando o Chefe daqueles cavaleiros passar.

145 Ele disse que pensou nisso. Disse: “Eu ouvi que…” Ele olhou para ela, e pensou: “Ora, Bess, você tem—você me carregou por toda esta distância. Eu achei que ia morrer, e você me carregou até aqui. E muitas vezes ouvi falar que cavalos têm instinto para saber onde a água está. Assim, se confiei em você até aqui, vou confiar em você pela trilha pouco visível.”

146 É assim que considero o Evangelho. Não O comparando a um cavalo que o carregaria, mas tenho confiado no Senhor através destas, da vida assim. Quando a trilha ficar pouco visível, no final do caminho, quero continuar a confiar Nele. Estão vendo? Esta religião dos velhos tempos me salvou lá atrás, há trinta anos, tem-me carregado por toda esta distância. Quando eu andar pelo vale da sombra da morte, quero essa mesma experiência sincera. Vou confiar Nela então.

147 Disse que ele pulou em cima dela, começou a ir. Ele não tinha ido longe quando ela pulou de cabeça num grande tanque de água. Disse que ele estava naquela água, só borrifando, e gritando com tudo, glorificando a Deus. Ele lavou as narinas dela, e jogando água nele, e gritando e agindo assim.

148 Disse que ele acabou de sair da água, e disse que ouviu alguém rindo. Olhou para a margem, era um bando de indivíduos lá com uma velha carroça coberta. Todos estavam bêbados. Eles estavam lá em um grande grupo de algum tipo de caça, ou algo assim. E disse que estavam todos em uma grande bebedeira. E pareciam conhecê-lo. E disse… Ele disse: “Saia!”

Ele disse: “Obrigado, companheiros.”

149 E disse: “Acho que você está morrendo de fome.” Ele lhes disse que ficou perdido por vários dias.
Disse: “Sim.”

150 Ele disse: “Bem, temos carne de veado aqui.” Assim eles… Ele comeu carne de veado. Ele disse: “Muito bem,” disse, “e você é Jack, ou Tim Coy, o—o guia índio?”
“Sim.”

151 Ele disse: “Bem,” disse, “sendo que você comeu uma boa carne de veado, agora,” disse, “um bom gole deste garrafão vai ajudar bastante.” Disse: “Ele… Dê-lhe o garrafão.”

152 Disse: “Não, rapazes. Obrigado. Eu não bebo.” Disse que pôs o pé. Orientou-se, e pôs o pé no estribo, e montou a égua de novo.

153 Disse que um pequeno indivíduo levantou-se cambaleante, meio bêbado, pegou um daqueles rifles, Winchesters, e pôs um cartucho nele. Disse: “Olhe, Tim! Se o nossa carne de veado foi boa o bastante para alimentá-lo, não tente achar que é tão bom que não pode beber nosso uísque!” Vocês sabem como são os bêbados.

154 Ele disse: “Olhem, companheiros,” ele disse, “não acho que sou bom demais para beber, mas,” disse, “eu simplesmente não bebo.” Ele disse: “Eu sou cristão.”

155 Disse: “Ah! Saia dessa bobagem.” Disse: “Você vai tomar este gole de uísque ou o atravessarei com uma bala.” Tentando blefá-lo para tomar.

156 Disse—disse: “Espere um minuto. Antes que ponha essa bala em mim, deixe-me contar-lhe a minha história.” Ele disse: “Eu nasci no estado do Kentucky.” Disse: “Meu pai morreu, um bêbado, bruscamente.” Disse: “Nós vivíamos em uma velha cabana de troncos. E uma manhã, quando o sol começou a raiar, lançar seus raios no chão de uma cabana velha, nem sequer tinha um—um assoalho de madeira nela.” Disse: “Uma preciosa mãe estava morrendo em uma cama de palha.” Disse: “Era a minha mãe.” Disse: “Eu só tinha oito anos.” E disse: “Ela me chamou ao lado da cama, e me abraçou, me beijou. Ela disse: ‘Tim, vou deixar você. Seu pai morreu, um bêbado, jogando, morto a tiros.’ Disse: ‘Prometa-me, Tim, antes que eu morra, que você nunca vai tomar seu primeiro gole, ou jogar cartas.’” Ele disse: “Quando beijei minha mãe em despedida, eu lhe prometi isso.” Ele disse: “Nunca tomei um gole desde aquele dia, nunca, na vida.” Disse: “Agora, se quiser atirar, atire.”

157 E mais ou menos nesse momento uma arma disparou. O jarro de uísque estourou na mão do homem. Um sujeitinho desfigurado saiu do desfiladeiro. Ele era procurado. Ele era bandido. Disse: “Só um minuto, Tim.” Ele disse: “Eu venho do estado de Kentucky também.” Disse: “Eu prometi à minha mãe que nunca ia beber.” Ele disse: “Estava de pé aqui esperando até eles ficarem bem bêbados, então eu ia golpeá-los, cada um na cabeça, e tomar todo dinheiro que tivessem.” Caçadores! Disse: “É para isso que eu estava aqui. Mas quando ouvi o seu testemunho, Algo falou ao meu coração.” Disse: “Sinto muito ter quebrado minha promessa a mamãe.” Disse: “Mas quando minha pistola ecoou pelos grandes desfiladeiros do Céu, ela me ouviu assinar uma promessa: ‘Nunca mais vou beber, a partir deste momento.’” Disse: “Esta é a minha hora de parar.” Sempre pensei nisso.

Há uma Fonte cheia de Sangue, (não importa se você andou por aquela velha trilha pouco visível),
Tirado das veias de Emanuel
Onde pecadores imergem sob a torrente,
Perdem todas as suas manchas de culpa.

É assim que se faz.

Imergem sob a torrente,
Perdem toda a sua mancha de culpa.

158 Aqui está outro hino que gosto muito. Tenho certeza que todos vocês o conhecem.

Minha fé olha para Ti,
Tu, Cordeiro do Calvário,
Salvador Divino;
Agora ouve-me enquanto oro,
Tira toda a minha culpa,
E deixa-me, a partir de hoje,
Ser inteiramente Teu.

59-1001 - Que Fostes Ver?
Rev. William Marrion Branham