Obrigado Jesus!



O acampamento passou e já faz uma semana que estamos vivendo as bençãos derramadas durante aqueles preciosos dias de companheirismo com diversos irmãos ao redor da palavra, como diz as escrituras em "Salmos 133:1" o sentimento que ficou de tudo que passamos naqueles dias foi de gratidão ao Senhor Jesus Cristo.

Gostaríamos de compartilhar com você esse breve relato de uma jovem que esteve ali conosco nesses dias de companheirismo cristão.



Quando o Portal anunciou, lá no mês de novembro, o segundo acampamento e o tema dele: "Que não mais viva eu, mas Cristo viva em mim" (GL. 2:20), as expectativas já começaram a se criar, não só porque seria um tempo maravilhoso na presença do Senhor, mas também por ser em uma das cidades mais bonitas do Brasil. Todos os preparativos foram colocados debaixo do Sangue, creio que não só por mim, mas por todos os envolvidos também. Mas a gente sabe que quando um assunto é dirigido por Deus não tem como dar errado. 

Os quase três meses parece que não passavam, a ansiedade de estar com mais um pedacinho do povo de Deus era enorme, e olha que eu não conhecia praticamente ninguém, então seria tudo muito novo. E quando foi chegando fevereiro, era um fato: o tempo não passava mesmo. Procurei ver ao máximo as pessoas que iriam pra já ir conhecendo e acabar com a fama do curitibano, mas a simpatia dos filhos de Deus é inigualável. 

Enfim, a semana do acampamento finalmente chegou, meus amigos daqui mesmo, de Curitiba, já haviam começado o burburinho, a ansiedade foi geral e eu me senti confortável em saber que não era a única nesse estado. Meus amigos que foram antes começaram a mandar as fotos, os amigos do facebook também já estavam animados. E quando saímos com o ônibus na sexta-feira, lá pelas oito e meia da noite, depois de orarmos pedindo a direção do Senhor, parecia que seria uma viagem rápida, só que não foi bem assim. 

Quando saímos de Curitiba teve dois acidentes na estrada, fora o deslizamento que havia acontecido dias antes, então passamos as quatro horas, que seria a viagem completa, parados. Uma viagem rápida se tornou numa viagem de um pouco mais de sete horas. Parecia que toda aquela ansiedade e expectativa foi definhando. Mas não tem como mudar os planos de Deus e creio que essa a perfeita vontade Dele, nós achamos que sabemos de tudo, mas não conseguimos entender o jeito que Deus faz as coisas. 

A recompensa de horas no trânsito veio logo, mais especificamente no sábado pela manhã, quando tivemos o nosso Quiet Time. Todo o ambiente proporcionou um momento de paz e de falar com o Senhor e pensar Nele e agradecer a Ele por tudo. Como o ir. Joseph Branham diz: "quando se deixa cair uma pedra na água, o que acontece? Inicia-se uma ondulação, e aquela primeira ondulação cria outra ondulação, e outra, e outra, e assim por diante, até se estender por toda a extensão dá água. Quando se realiza uma pequena ação de deixar cair uma pedra na água, ela criará milhares de outras ações. Quanto maior a pedra, maiores o resultados." 

E os resultados foram grandes, a glória de Deus foi grande. A pedra que caiu durante o Quiet Time iniciou uma ondulação até o culto a tarde, com o pastor Joel que trouxe uma exortação para os jovens. E depois do culto, conversando com outros jovens, pude ver que a primeira ondulação gerou mais algumas, pois as palavras de Deus por meio do pastor mexeu com as nossas cabeças, nos fez refletir sobre várias coisas e nos mostrando que Deus nos ama muito e por isso nos exorta.

As ondulações continuaram até no domingo de manhã, quando o pastor Oscar Martines nos mostrou como Deus não deixa de cumprir as Suas promessas e como Ele prometeu a Abraão que a sua semente possuiria as portas dos seus inimigos, e cada um deles foi derrotado na cruz. Acredito que essa mensagem trouxe o fechamento para o tempo maravilhoso que tivemos, pois nos rendendo a Cristo, derrotamos os nossos inimigos deixando todo o nosso ser a Ele. 

Não tenho nenhuma dúvida de que o Senhor se fez presente nesse fim de semana e naquele lugar e creio que cada um que esteve presente ali levou aquilo que foi buscar e, quem sabe mais, do que poderia imaginar. E, como Paulo, que sigamos morrendo, que sigamos morrendo até que não mais vivamos nós, mas que Cristo viva em nós.

Kelly Schuebel
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