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" Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome."
                                                                                                                      S.Mateus 24:9


Quantas vezes em nosso período de louvor entoamos o louvor que diz : 

"Sempre vou lembrar,Da coragem do Amor
Da firmeza e vontade, Da fé e Devoção,
Da igreja do Tempo de Paulo de pedro e João,
Que enfrentaram a fúria de Roma ,
Mas nunca negaram sua fé de Cristão !
É um exemplo pra mim ...
Verdadeira Lição !"

Mas ... Já parou para pensar no que nossos irmãos realmente passaram ? Cantamos que eles enfrentaram bravos leões, mas você já imaginou a sensação de estar frente a frente com uma das mais selvagens feras do planeta ? Olhar para sua família e todos sem sequer uma armadura ou algo para se proteger ? Somente confiando na potente mão de Deus ... O que passava na mente de nossos amados irmãos ? O que os motivava a continuar firmes ? Será que nós atualmente em meio a toda tecnologia a qual estamos habituados, estamos confiando na mesma esperança que nossos amados irmãos estavam ? Você já imaginou uma mãe ver seu filho ser morto ? Ser decapitado diante de seus olhos e antes do pequeno guerreiro ir a sua mãe lhe dizer : " Filho, logo , logo a mamãe estará indo ao seu encontro !! Entrego-lhe nas mãos do Pai Celestial !!"  Ou um filho ser duramente açoitado diante dos olhos do seu pai,ao ponto do sangue de suas costas, molhar o rosto de seu pai, que enquanto assistia a truculência algoz, ouvia dos soldados " Negue a Cristo !! Negue a Cristo e o sofrimento do seu filho irá parar !! Como pode deixar seu filho sofrer assim ?" NEGUE !! E  o pai um tanto quanto desnorteado, solicita que pare de açoitar seu filho pois o mesmo quer se pronunciar ... Os algozes param de bater esperando que ele negue , neste momento seu filho caido no chão,sobre seu proprio sangue murmura : "Não .... Não meu Pai !! Não negue nosso salvador !! Eu estou indo ao encontro dele agora ... As promessas que temos são muito maiores do que esses açoites !! Aguente firme meu pai !!" E seu pai com um sorriso contemplou seu filho dar a vida por amor de Cristo, e na sequencia selou seu testemunho da mesma forma que seu filho, dando sua própria vida por amor a este evangelho.
Já passou pela sua mente que enquanto cultuas em um tabernáculo aconchegante, com bancos, luzes e todo sistema de som,berçário para as mamães, água para beber, nossos irmãos do passado cultuavam escondidos nas tumbas ? Sem mesmo ter luz, ou aquecedor, todavia a chama do Espirito Santo ardia no coração dos mesmos !! Que exemplo !! Verdadeira Lição !! Nesta hora paramos e vemos o quão pouco fazemos por este evangelho !! E nos damos conta de que apesar de tudo nossos irmãos NÃO SÃO COMPLETOS SEM NÓS !!! Vê nossa responsabilidade ?? Estaremos dispondo alguns testemunhos dos Mártires de Cristo, afim de que seja de renovo espiritual para cada um de nós !! Os guerreiros que selaram seu testemunho com seu próprio sangue, nossos irmãos, que aguardam a cada um de nós .... MUITOS JOVENS , DERAM SUAS VIDAS !! Quando nos batizamos assumimos o compromisso de dar nosso própria vida se preciso for,por amor deste evangelho ... Está você pronto ? Vamos acompanhar alguns relatos dos nossos amados irmãos extraído do Livro dos Mártires de John Fox.

 “ (...) Foi dito que as vidas dos cristãos primitivos consistiam em "perseguição acima do chão e oração embaixo do solo". Suas vidas estão expressadas pelo Coliseu e as catacumbas, que eram ao mesmo tempo templos e túmulos. A primitiva Igreja em Roma poderia ser chamada com razão de Igreja das Catacumbas. Existem umas sessenta catacumbas em Roma, nas que foram seguidas uns mil quilômetros de galerias, e isto não é sua totalidade. Estas galerias têm uma altura de uns 2,4 metros, e uma largura de entre 1 metro e 1,5 metros, e contêm a cada lado várias fileiras de recessos longos, baixos, horizontais, um acima de outro a modo de beliches de barco. Nestes nichos eram colocados os cadáveres, e eram fechados bem com uma simples lápide de mármore, ou com várias grandes lajes de terra cozida. Nestas lápides ou lajes há gravados ou pintados epitáfios e símbolos. Tanto os pagãos como os cristãos sepultavam seus mortos nestas catacumbas. Quando se abriram os sepulcros cristãos, os esqueletos contaram sua temível história. Encontram-se cabeças separadas do corpo; costelas e clavículas quebradas, ossos freqüentemente calcinados pelo fogo. Mas apesar da terrível história de perseguição que podemos ler ali, as inscrições respiram paz, gozo e triunfo. Aqui temos umas quantas: "Aqui jaz Maria, colocada para repousar num sonho de paz". "Lourenço a seu mais doce filho, levado pelos anjos". "Vitorioso em paz e em Cristo". "Ao ser chamado, partiu em paz". Lembremos, ao lermos estas inscrições, a história que os esqueletos contam perseguição, tortura e fogo. Mas a plena força destes epitáfios se aprecia quando os contrastamos com os epitáfios pagãos, como: "Vive para esta hora presente, porque de nao mais estamos seguros". "Levanto minha mão contra os deuses que me arrebataram aos vinte anos, embora nada de mau tivesse feito". "Uma vez não era. Agora não sou. Nada sei disso, e não é minha preocupação". "Peregrino, não me amaldiçoes quando passes por aqui, porque estou em trevas e não posso responder". Os mais freqüentes símbolos cristãos nas paredes das catacumbas são o bem-estar pastor com o cordeiro em seus ombros, uma nave com todas suas velas, harpas, âncoras, coroas, videiras e, por acima de tudo, o peixe.

     Na terceira perseguição, Plínio o Jovem, homem erudito e famoso, vendo a lamentável matança de cristãos, e movido por ela à compaixão, escreveu a Trajano, comunicando-lhe que havia muitos milhares deles que eram mortos a diário, que não tinham feito nada contrário à lei de Roma, motivo pelo qual não mereciam perseguição. "Tudo o que eles contavam acerca de seu crime ou erro (como deva chamar-se) só consistia nisto: que costumavam reunir-se em determinado dia antes do amanhecer, e repetirem juntos uma oração composta de honra de Cristo como Deus, e em comprometer-se por obrigação não certamente a cometer maldade alguma, senão ao contrário, a nunca cometer furtos, roubos ou adultério, a nunca falsear a palavra, a nunca defraudar ninguém; depois do qual era costume separar-se, e voltar a reunir-se depois para participar em comum de uma comida inocente". Nesta perseguição sofreram o bem-aventurado mártir Inácio, quem é tido em grande reverência entre muitos. Este Inácio tinha sido designado para o bispado de Antioquia, seguindo a Pedro na sucessão. Alguns dizem que ao ser enviado da Síria para a Roma, porque professava a Cristo, foi entregue às feras para ser devorado. Também se diz dele que quando passou pela Ásia (a atual Turquia), estando sob o mais estrito cuidado de seus guardiões, fortaleceu e confirmou as igrejas por todas as cidades por onde passava, tanto com suas exortações como predicando a Palavra de Deus. Assim, tendo negado a Esmirna, escreveu à Igreja de Roma, exortando-os para que não empregassem médio algum para libertá-lo de seu martírio, não fosse que o privassem daquilo que mais anelava e esperava. "Agora começo a ser um discípulo. nada me importa das coisas visíveis ou invisíveis,
 para poder somente ganhar a Cristo. Que o fogo e a cruz, que manadas de bestas selvagens, que a ruptura dos ossos e a dilaceração de todo o corpo, e que toda a malícia do diabo venham sobre mim; assim seja, se só puder ganhar a Cristo Jesus!". E inclusive quando foi sentenciado a ser lançado às feras, tal era o ardente desejo que tinha de padecer, que dizia, cada vez que ouvia rugir os leões: "Sou o trigo de Cristo; vou ser moído com os dentes de feras selvagens para que possa ser achado pão puro". Adriano, o sucessor de Trajano, prosseguiu esta terceira perseguição com tanta severidade como se antecessor. Por volta desta época foram martirizados Alexandre, bispo de Roma, e seus dois diáconos; também Quirino e Hermes, com suas famílias; Zeno, um nobre romano, e por volta de outros dez mil cristãos. Muitos foram crucificados no Monte Ararate, coroados de espinhos, sendo traspassados com lanças, em imitação da paixão de Cristo. Eustáquio, um valoroso comandante romano, com muitos êxitos militares, recebeu a ordem de parte do imperador de unir-se a um sacrifício idólatra para celebrar algumas de suas próprias vitórias. Porém sua fé (pois era cristão de coração) era tanto maior que sua vaidade, que recusou nobremente. Enfurecido por esta negativa, o ingrato imperador esqueceu os serviços deste destro comandante, e ordenou seu martírio e o de toda sua família. No martírio de Faustines e Jovitas, que eram irmãos e cidadãos de Bréscia, tantos foram seus padecimentos e tão grande sua paciência, que Calocério, um pagão, contemplando-os, ficou absorto de admiração e exclamou, num arrebato: "Grande é o Deus dos cristãos!", pel qual foi preso e foi-lhe feito sofrer parelha sorte. Muitas outras crueldades e rigores tiveram de padecer os cristãos, até que Quadratus, bispo de Atenas, fez uma erudita apologia em seu favor perante o imperador, que estava então presente, e Aristides, um filósofo da mesma cidade, escreveu uma elegante epístola, o que levou Adriano a diminuir sua severidade e a ceder em favor deles. Adriano, ao morrer no 138 d.C., foi sucedido por Antonino Pio, um dos mais gentis monarcas que jamais reinou, e que deteve as perseguições contra os cristãos.

O JOVEM MÁRTIR



 Vários foram decapitados por recusar sacrificar à imagem de Júpiter, em particular Concordo, diácono a cidade de Espólito. Este assunto fez que a perseguição amainasse por algum tempo, pelo menos naquelas zonas imediatamente sob a inspeção do imperador, porém nos encontramos com que pronto se desencadeou na França, particularmente em Lyon, onde as torturas que foram impostas a muitos dos cristãos quase excedem a capacidade de descrição. Os principais destes mártires foram um jovem chamado Vetio Agato; Blandina, uma dama cristã de débil constituição; Sancto, que era diácono em Vienna, ao qual aplicaram pratos de bronze incandescentes sobre as partes mais sensíveis de seu corpo; Bíblias, uma débil mulher que tinha sido apóstata anteriormente. Attalo, de Pérgamo, e Potino, o veneravel bispo de Lyon, que tinha noventa anos. o dia em que Blandina e outros três campeões da fé foram levados no anfiteatro, a ela a penduraram num madero fixado no solo, e a expuseram às feras como alimento, enquanto ela, com suas fervorosas orações, alentava os outros. Mas nenhuma das feras a tocou, pelo que foi conduzida de volta às masmorras. Quando foi tirada para fora por terceira e última vez, saiu acompanhada de Pontico, um jovem de quinze anos, e a constância da fé deles enfureceu de tal modo a multidão que não foram respeitados nem o sexo dela nem a juventude dele, e foram feitos objeto de todo tipo de castigos e torturas. Fortalecido por Blandina, o rapaz perseverou até a morte; ela, depois de suportar os tormentos mencionados, foi finalmente morta com espada. “ (...)"

Agora nos damos conta que esta e apenas uma pequena porcentagem do que esses guerreiros sofreram, por amor a este evangelho ... E notamos que fizemos tao pouco, que nos damos ao luxo de fraquejar, dar ouvidos ao diabo quando ele vem nos desanimar, aceitamos a derrota tão fácil ! DEUS TENHA MISERICÓRDIA DE NOS !!





“E vocês, protestantes ali deitados, profundamente adormecidos, lendo um romance ao invés de sua Bíblia! Fora, perambulando em algum lugar, em algum tipo de festa, ao invés de uma reunião de oração em algum lugar; contendendo entre si acerca de coisas fúteis que não têm essa importância. [O irmão Branham estala os dedos_Ed.] Vocês deviam estar de joelhos em algum lugar, se sabem o  que a Eternidade significa“
Rev.William Marrion Branham
A Marca da Besta paragr. 162
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