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Terremoto profetizado

    Sabemos por meio do mensageiro desta era, William Marriom Branham - há muito tempo - que a cidade de Los Angeles no estado da Califó...

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Ele ... Sendo o maior ... Se fez de Menor ...





"Levantou-se da ceia, tirou as vestes, e, tomando uma toalha, cingiu-se.
Depois deitou água numa bacia, e começou a lavar os pés aos discípulos, e a enxugar-lhos com a toalha com que estava cingido.
Aproximou-se, pois, de Simão Pedro, que lhe disse: Senhor, tu lavas-me os pés a mim?
Respondeu Jesus, e disse-lhe: O que eu faço não o sabes tu agora, mas tu o saberás depois.
Disse-lhe Pedro: Nunca me lavarás os pés. Respondeu-lhe Jesus: Se eu te não lavar, não tens parte comigo. "
João 13:4-8


Ego ... Prepotência ... Arrogância ... Por que ? O Que nos da o direito de nos sentirmos assim ? Por que por possuirmos um bem material melhor qualificado, uma melhor veste, um melhor imóvel, um melhor automóvel .. nos sentimos superiores ? Será que estamos ignorando o fato de que quando o nosso Senhor nos chamar ... nada disso irá conosco ? Por que prender o coração em coisas que a traça e a ferrugem podem consumir ? Por que o ser humano tem esta terrível falha de pensar ser melhor que o outro sabendo que todos somos criados pelo mesmo Deus ? E que tudo o que vivemos é retrospecto das bênçãos dele em nossas vidas ? ... Por que ? .... Talvez seja hora de cada um de nós, aprender um pouco a como ser mais humilde uns para com os outros ... Pois o Rei dos reis quando pisou aqui na Terra .. foi o verdadeiro exemplo de humildade ! Nosso amado profeta narra para nós o que foi aquele ato de humildade ! Acompanhe agora nesta leitura e entenda .. O quão humilde ele foi ... E que exemplo ele deixou para cada um de nós ... Deus vos abençoe !





"(...)Assim este fariseu estava armando algo.Tudo aconteceu numa reunião ministerial onde se reuniram.E o assunto foi discutido acerca deste Sujeito que chamava a Si Mesmo de profeta. E não criam que Ele era profeta. Porque,eles não podiam ver um homem, que não concordasse com eles,com toda a doutrina deles, que pudesse ser profeta. E assim,nesta reunião ministerial, tinham decidido que Ele não era  profeta.E este velho fariseu ia lhes provar isto, que Ele não era profeta. O fariseu ia se certificar disto, e mostrar à congregação, a todo o povo daquela cidade, que Ele não era profeta, antes que Ele chegasse a visitar a cidade. Ele nunca antes havia estado naquela cidade. Assim, antes que Ele viesse,ele ia desmascará-Lo. Oh, esse espírito, ele ainda vive. Ia desmascarar Isto, fazer algo para estorvar a reunião que Ele teria ali. Assim nós verificamos que ele disse: “Darei um jantar, e convidarei a todos, e trarei todos à cidade, em derredor. E então provaremos que ele não é profeta. Nós provaremos isto.”Assim, o fariseu deve ter pensado que, ao fazer isto, ele teria—ele teria obtido um pequeno…talvez tornar-se, após algum tempo, um dos presbíteros, ou algo assim. Ele teria— ele teria…Ele realmente faria sucesso com seu grupo. Ele ia zombar, no banquete, do Senhor Jesus, para provar que Ele não era profeta, colocá-Lo em dificuldade em algum ponto.Então ele seria um grande sujeito entre eles, tornar-se-ia algum grande homem. Agora, nós verificamos que o mensageiro voltou e disse a seu senhor: “Eu o encontrei. Ele prometeu. E estará aqui,porque notei exatamente a maneira que ele agiu, ele—ele estará aqui.” Muito bem. Agora, o fariseu esperou por este certo tempo. E eles sabiam quando dar este banquete, quando tudo estivesse exatamente certo. Talvez nós pensemos, em nosso pequeno drama esta noite, que—que ele o deu numa ocasião em que as uvas estavam maduras. Se você já esteve na Palestina quando é tempo de uvas, ou mesmo na Califórnia, quando aqueles grandes cachos de uvas estão bem vermelhos, maduros, a região toda, o vale está simplesmente cheio de—daquela fragrância doce daquelas uvas. Ele sabia exatamente quando fazê-lo certo. Assim, ele designou esse tempo, em certo dia eles teriam esta festa. Até que finalmente o tempo chegou, que era quando a festa ia se realizar. E ele convidou todos a vir, que ele pôde, a vir, toda a celebridade, e todas as associações, e assim por diante, e todos os clubes que havia na cidade, a que ele pertencia. Todos viriam ao seu grande e fino palácio. Localizava-se no alto,sobressaía-se como uma propriedade de destaque ali na cidade. 
 
 E o tempo chegou de se fazer isto. Naturalmente, o pátio estava todo bem cuidado, e as mesas estavam todas postas, e a sala de banquete pronta.E então, agora, ele ia ter de cuidar dos…seus convidados, quando chegassem. Qualquer anfitrião faz isso. Assim ele teve de contratar alguns trabalhadores de estábulo, porque alguns dos seus anfitriões se torna-…ou alguns dos seus convidados viriam em carruagens, e alguns cavalgando mulas, alguns a pé. Assim qualquer um que fizesse um—um…desse um banquete, tinha de se preparar, para acolher seus convidados. Assim o fariseu tinha tudo exatamente acomodado, e todos os seus servos, e os tinha prontos, tinha os trabalhadores de estábulo aonde poderiam levar os cavalos, e toda a forragem e coisas prontas para eles.E então ele tinha um hospedeiro, ou porteiro, que tinha de receber os convites, porque você—você não podia vir a não ser que fosse convidado. E para receber os convites, ele tinha seus nomes escritos, quem era para estar ali. E eles vinham, identificavam seu nome, e assim podiam entrar.Então, vejamos somente o que tiveram, o que eles tiveram de fazer, por algum tempo. Estive no oriente, e talvez muitos de vocês tenham estado e observado como eles o fazem. É—é realmente impressionante. E você nota, então, quando se cuidou de tudo, então quando eles chegam à porta, a primeira coisa, o—o guarda da porta pergunta quem eles são. E eles dizem quem são. Ele olha em sua lista, e aqui está o nome, então ele o confere. Então o que ele faz, ele apanha seu bastão, o põe no canto. Os—os rapazes levam os cavalos, se ele está a pé…ou se ele está a cavalo, e o põem no estábulo.


Agora, a próxima coisa que ele faz, ele entra num salão. E aqui há um grupo de—de homens, que são chamados lavadores de pés, os lacaios. É o trabalho mais mal remunerado que há, é um lacaio lavador de pés.

E ao pensar nisto, nós que pensamos que somos alguém, e nosso Senhor Se identificou, na terra, como um lacaio lavador de pés. Foi exatamente isso que Ele fez. E então achamos que somos alguém. Nós corremos aqui para a escola e obtemos um pouco de instrução, e deixamos…e aprendemos a dizer algumas palavras polidas. E voltamos e vestimos um—um terno, e saímos aqui e queremos ser chamados de “doutor, reverendo,” ou alguém.Estive num grande museu não faz muito, e vendo uma estimativa de um homem que pesava cento e cinqüenta libras [68 kg—Trad.], quantos produtos químicos havia em seu corpo. Sabe quanto há quando se decompõe? Ele vale oitenta e quatro centavos. Então ele põe um chapéu de dez dólares nos oitenta e quatro centavos, e um casaco de pele de quinhentos dólares, e vira o nariz para cima; se chovesse, o afogaria. E então segue, cuidando desses oitenta e quatro centavos, certo, pensando que é alguém. E você não cuida, você age assim, dessa alma que vale dez milhões de mundos. A diferença, o inconsequente  como podemos nos tornar! Agora, este lacaio lavador de pés, ele tinha de lavar os pés deles. Agora, no…Quando se viajava na Palestina, o vestuário palestino é um manto. Ele quase chega ao chão. E então a roupa de baixo chega até mais ou menos à barriga da perna,  aqui, para a roupa de baixo. E como os—os animais e os homens viajam na mesma trilha, os animais, naturalmente, seguindo pela trilha, e—e—e como—como eles viajam na mesma trilha. E—e o pó subia de onde os animais tinham estado, e era um fedor no pó. E aderia aos seus pés quando eles estavam transpirando. E seus pés estavam calçados com sandálias. E aquilo ficava todo cheio de transpiração, e—e ficavam úmidos, pegajosos.E então este fedor de onde os animais tinham cruzado a trilha, ia…O vestuário palestino, arrastando-se como uma saia, embaixo, apanhava este pó. E entrava  aqui embaixo, e ficava sobre o pé todo e sobre seus—seus membros. E eles realmente cheiravam como aquela—aquela trilha onde os animais estiveram. Assim, entrando numa casa como aqueles fariseus tinham…Eles mandavam buscar na Pérsia e compravam aqueles grandes e finos tapetes, e—e tudo mais. Ora, você não se sentiria bem-vindo, chegar diante do anfitrião, e—e—e então estar todo fétido assim. Deste modo, eles tinham uma maneira de cuidar disso. Eles tinham um lacaio lavador de pés, e ele permanecia ali.E tão logo se entrava, e seu nome era registrado. Os rapazes levavam os cavalos, ou seus animais, e os levavam para trás para alimentá-los, um grupo de rapazes. E então o porteiro o reconhecia pela lista que tinha na mão. E então você estava pronto para o lacaio lavador de pés.Então você entrava. Você levantava os pés. Ele tirava a sandália, colocava-a num lugar, assim ele saberia onde estava. E deste outro lado, ele tinha um pequeno sapato. E depois que ele terminava de lhe lavar os pés, lavando-os bem, todo o pó e tudo mais, o deixava revigorado, então ele calçava certo sapato 

pequeno de pano que ia por cima.Como se vê nos aviões ao atravessar, indo ao estrangeiro agora, eles os dão a você à noite. Quando você…Como as mulheres têm essas coisinhas que usam quando não estão usando meias. Eu vejo minha esposa e filha e as demais comprá-las. Algumas vezes elas…É uma pequena…Eu—eu 

não sei como se chamam, mas é exatamente como a parte de baixo de uma meia curta, você sabe, e—e você a calça no pé.
  
É algo dessa ordem, só que é um pouco mais alto, porque você não ia querer tomar sua sandália velha e suja e caminhar sobre aqueles tapetes ali. Deste modo, seus pés são lavados.Então você calça; o que acontece depois, você calça esta botinha, assim a chamarei.E então a próxima coisa que acontece, há um homem ali de  
pé com uma toalha no ombro, e ele tem um pouco de unguento nas mãos. E é um óleo perfumado. Agora, os raios diretos daquele sol palestino sobre seu pescoço, ele simplesmente o cobre de bolhas. E outra coisa, aquele pó que apanha, algumas vezes entra em sua barba e em seu cabelo. E este homem permanece ali, então, com unguento  E ele o oferece, nesta pequena vasilha. Você o põe nas mãos e o esfrega no rosto, e no pescoço. Então você toma esta toalha e o enxuga, e arruma o cabelo. Agora algumas vezes…Isto é muito raro, porque realmente dá um—um maravilhoso odor. Eles tiram isto muitas vezes lá do alto das montanhas, de 
um arbusto de rosa silvestre. Vocês já viram uma rosa depois que a pétala cai. Então ela—ela fica com uma pequena—uma pequena maçã, por assim dizer, nela. E dali, eles a esmagam e tiram este perfume. Diz-se que a rainha de Sabá, quando veio a Salomão, trouxe muito deste excelente perfume disso, e o deu a Salomão. Muito raro; tão difícil de penetrar nas montanhas.E então quando eles enxugam isto, sua barba e em seu pescoço, e com esta toalha, se arrumam, a esta altura eles estão prontos para—para se encontrar com o anfitrião, encontrar-se com aquele que os convidou. Está vendo? Eles não se sentiriam bem, em entrar com toda aquela sujeira. Essa é a razão do lava-pés. Está vendo? Eles—eles—eles estavam cheirando mal, e seus pés tinham de ser lavados. E com suas sandálias grandes e pesadas sobre aqueles finos tapetes, eles não se sentiriam bem. Eles se sentiriam embaraçados. Mas agora seus pés estão lavados, e agora ele está todo arrumado. Ele exala o perfume que está em si, deste unguento  o que eles chamam “ungir a cabeça com azeite”, e esfregando-o no rosto, então enxugando-o com uma toalha. Agora ele está revigorado.Agora, a próxima coisa que ele faz, ele se encontra com seu anfitrião, aquele que o convidou. Ele tem vontade de encontrá-lo. Agora, ele não teria vontade de encontrá-lo, com toda aquela sujeira sobre si, assim ele está todo arrumado e pronto agora.
  
Então o anfitrião o encontra à porta, e eles têm uma maneira muito estranha. E ainda é em algumas das igrejas, uma saudação com um beijo. Assim eles seguram uma mão, cruzam assim, abraçam-se, homens, com—com os braços ao redor um do outro, assim, e se beijam no pescoço. E quando o anfitrião o beija, você é bem-vindo. Esse é o beijo de boas-vindas. Agora, você não ia querer que seu anfitrião o beijasse com toda aquela sujeira e coisas em—em você, assim tem de ser limpo antes que você seja beijado em boas-vindas. Mas, oh, logo que você é beijado em boas-vindas, você é um irmão pleno. Isso é tudo. Você poderia, hoje, a única coisa que você pode fazer, como hoje, você entraria numa casa, e se sentiria em casa. Você é um deles. Ele o beijou em boas-vindas.Lembra-se de Judas beijando Jesus, veja, hipocritamente? Está vendo? Porque, se ele o beijasse, era boas-vindas. Era um beijo amigo, não nos lábios, mas no pescoço, beijava-lhes o 
pescoço.Agora, nós notamos então, que você podia entrar. Se você quisesse ir ao refrigerador, seria hoje, e apanhar um grande sanduíche, e se recostar na cama e comê-lo, simplesmente estar à vontade. “Você é bem-vindo. Entre.” É isso, você está bem agora. Você simplesmente se sente como da família agora, porque está dentro.Agora, você está com tudo isto feito, e foi ungido, e todo arrumado. Você é beijado em boas-vindas. E então você entra, aperta as mãos, então, no banquete. Você se encontra com os amigos. O anfitrião já o beijou, ao entrar, e assim você está— você está livre agora. Você simplesmente se sente como sendo um deles. Você foi convidado. Você foi limpo. Você foi beijado em boas-vindas, e agora você é um deles. Entra e tem seu companheirismo. Agora, mais ou menos a esta altura, eu imaginaria que aquele cordeiro assado ali fora na churrasqueira na parte de trás, daria para sentir o cheiro dele por toda a região, com aquelas uvas e coisas tais. Você imaginaria o povo pobre de pé em volta da cerca, a boca enchendo d’água. Eles não foram convidados a entrar; só a celebridade, a isto. Assim a—a festa estava, agora, ficando bem animada. Tudo está correndo bem; toda, bem animada.Agora, eu imaginaria que o fariseu e os seus, todos os seus amigos, estejam brindando, uns aos outros, tomando um bom e saudável gole, e dos melhores vinhos que havia na Palestina na época. Porque eles eram ricos, eles tinham recursos para isto. E elas, todas, as mulheres, suas mulheres finamente enfeitadas com jóias, estavam no canto, tendo seu companheirismo, sentadas ao redor em divãs e assim por diante, como era costume naquele dia. E os homens, todos de pé brindando, e conversando, e o sacerdote, e todos os rabinos, e tudo mais, regozijando-se. E a—a—a festa já havia começado há um certo tempo.E então Jesus, apesar de ocupado como estava, e Sua  agenda cheia, Ele sempre cumpre Seu compromisso. Você pode depender disso. Ele cumpre Seu compromisso.Agora vamos olhar dentro da sala e ver o que está acontecendo. Posso ver o fariseu ali inclinando seu copo e dizendo: “Rabino, sabe de uma coisa?” E a grande conversação ocorrendo, os homens de negócios falando dos negócios e tudo mais. O banquete está em—banquete está a todo vapor agora, esta grande festa.Todavia, veja, sentado defronte da parede, não sendo notado, estava Jesus. Ele cumpriu Seu compromisso. Ele veio.Ele sempre cumpre a Sua Palavra. Todas as Suas promessas,
Ele cumpre. Mas note-O. Ele está sentado ali, sujo. Detesto dizer isso. Dizer isso me machuca. Entretanto, Seus pés estavam sujos. Ele não tinha sido ungido. Ele não tinha sido beijado em boas-vindas, ainda que tivesse sido convidado.

 É como alguns de nossos modernos reavivamentos. Os franceses O chamam “ Jesus, Jesus de pés sujos.” Você poderia imaginar isto? Ele foi convidado e veio. E ali estava Ele, e entrou de alguma maneira, e despercebido. Ele ficou ali como uma flor de parede. Ele estava completamente fora de lugar ali, Ele está, em alguns de nossos modernos reavivamentos, banquetes, assim chamadas reuniões religiosas.Ele estava fora de lugar. Ninguém estava Lhe dando atenção. Eles estavam ocupados demais com outras coisas, ainda que Ele tivesse sido convidado. Ele, porém, não foi bem vindo quando veio.O que aconteceu com aquele lacaio lavador de pés? Como ele perdeu essa oportunidade? Eu desejaria ter tido sua oportunidade. Oh, que coisa! Se eu soubesse que Ele viria, eu estaria ali em pé esperando por Ele. Eu—eu estaria pronto para isto. Como ele fez isto? Agora, não o condenemos demais, porque poderíamos fazer a mesma coisa e não saber. Está vendo? Ele não O notou. Oh, que coisa!Note, Ele vem hoje aos nossos convites, também. Ele vem ao nosso meio. Não quero dizer isto, mas tenho de dizer. E em nosso meio, Ele é percebido entre nós, sentado ali exatamente tão sujo, para as pessoas, quanto Ele esteve então, é exatamente isto, chamando-O “santo rolador” e tudo mais. E ainda assim clamamos por um reavivamento. E Ele vem. E quando vem, nós O tratamos mais ou menos como eles trataram então.Alguém se levanta no Espírito de Deus, grita “amém,” ou grita, ou alguma coisa assim, quando acontece de Jesus passar. Ora, o…Eles são postos para fora da igreja. Bem, eles pensam que isso é uma vergonha terrível, para envergonhar a igreja, envergonhar o povo. Quando, é o Próprio Jesus passando.E podemos vê-Lo vir e identificar a Sua Palavra, e fazer exatamente como fez então, e hoje dizem: “É adivinhação, telepatia mental, ou algum espírito maligno.” Perante o povo, Ele está exatamente tão sujo quanto estava sentado ali: Jesus  a Palavra de Deus. E não fazemos nada acerca disto. Estamos interessados demais em nossa organização ou nossa—nossa posição social. Estamos envergonhados de ser chamados pelo Seu Nome. Estamos, na verdade, envergonhados Dele.Eles estavam envergonhados Dele porque Ele estava sujo.Os convidados não O conheceram. E estavam envergonhados Dele porque estava sujo.É assim hoje. Eles ainda estão envergonhados Dele, porque amontoam toda a sujeira que podem sobre Isto, chamam de “santos roladores” e tudo mais de que podem se lembrar. 
  Ninguém faz nada acerca disto. Ali Se senta Ele, pés sujos, flor de parede na festa, flor de parede numa união religiosa. Convidado, nós Lhe pedimos para vir para um reavivamento. Quando Ele vem, nós O tratamos da esma maneira que trataram ali. Ele vem, e Se identifica, todavia ninguém quer ter nada a ver com Ele. “Se Ele pudesse fazer algum tipo de truque, ou—ou—ou fazer algum tipo de—de milagre.” Como Ele fez perante Pilatos…Pilatos, sua única oportunidade que ele alguma vez teve, e ele Lhe pediu, queria ver algo ser feito, queria: “Vejamos 
algum sinal.” Ele devia ter-se arrependido.
  É isso que este mundo cruel que caminha para o inferno devia fazer esta noite, é se arrepender dos seus pecados. É isso o que estes membros de igreja deviam fazer, arrepender-se da sua incredulidade. Decida-se por Ele. Ele é o mesmo ontem, hoje, e eternamente. E Ele se identifica exatamente como o fez então. E as pessoas hoje tomam a mesma atitude que aquele fariseu, o mesmo tipo de atitude; deixam-No sentado, após convidá-Lo. Eles, todavia, não O querem. Somente fazem isto, por assim dizer, por educação. Ele sabe disso.
Nós fazemos com Ele, hoje, exatamente como fizeram então; ao invés de lavá-Lo, lavar (o Seu) o opróbrio, ao invés de tentar se levantar, dizer: “Vocês estão errados. É a Palavra de Deus manifestada. É o que Ele prometeu. Ele disse que derramaria o Espírito nos últimos dias. Estamos vivendo nos últimos dias.” Ao invés disso, nós simplesmente ficamos impassíveis como eles fizeram. Estamos com medo de tomar posição. (...)

"E hoje nós O deixamos com nome exatamente tão sujo quanto Ele tinha então; deixamos que digam coisas contra Isto. “E os dias dos milagres já passaram. Não há tal coisa,” quando a Bíblia disse que Ele é o mesmo ontem, e hoje e eternamente. E ainda estamos envergonhados de resistir e dizer algo acerca Disto. Estamos envergonhados do nosso testemunho que nós—nós afirmamos que cremos. Ao invés de lavá-Lo, tentar lavá-Lo com lágrimas de alegria, de que Ele está aqui, nós simplesmente O deixamos sentado, sujo. “Não terei nada a ver com isto. Não estou cooperando com nada Assim, pondo minha mão Nisto.” Está vendo? Aí está. É o mesmo bando de fariseus, apenas sob outro nome. Nós novamente O deixamos sentado assim, pela mesma razão, nós não cremos que Ele é profeta. Estamos envergonhados Disto. Por quê? A mesma razão. Não cremos Nisto. As pessoas não creem. Não, senhor"
Rev.William Marrion Branham
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