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Um Dia Especial




A Cabana em que William M. Branham
nasceu. Ao fundo da imagem
Cento e trés anos atrás, nesta data, o Senhor enviou um homem à terra para trazer Sua Palavra à vida. Desde seu humilde início nas colinas de Kentucky às grandes filas de oração e curas milagrosas que vindicaram o seu ministério para o mundo, Deus continuamente provou que estava com ele. E esse homem permaneceu fiel a Deus, servindo o Seu povo.


Claro, todos nós sabemos que esse homem foi o irmão Branham. Através dele, o Senhor mostrou-nos que Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e eternamente. Ele nos mostrou que almas ainda podem ser salvas, doentes ainda podem ser curados, e mortos ainda podem ser ressuscitados.


A compaixão que o irmão Branham tinha pelo povo de Deus e sua obediência à Palavra levaram a tantos testemunhos que, se livros fossem escritos, a própria terra não conteria os volumes que resultariam. Tanto que até hoje, milhares de milagres estão ocorrendo porque ele nos mostrou que isso poderia ser feito.


O seguinte é um desses testemunhos. Trata-se de uma irmã de língua francesa em Burquina Faso, na África, a qual atesta que a Mensagem que o irmão Branham trouxe é tão verdadeira hoje como quando ele estava no púlpito, orando pelos enfermos.

Glória ao Senhor Jesus!


Domingo, 16 de julho de 2009, após o culto, estávamos em casa, muito felizes, cantando louvores ao Senhor. Meu marido estava em missão no Mali. Por volta das 18:00h, uma amiga queria dar banho no meu bebê, Schamma-El Déborah. Não sei se foi água ou sabonete que entrou nas narinas, mas o bebê desmaiou sem a irmã perceber. Gostaria de testemunhar como foi bom ter minha irmã em casa e toda a sua família (marido e seu filho pequeno).


Naquele momento, eu estava saindo da sala de estar, mas fui dirigida a olhar para eles, e vi que o bebê tinha um olhar fixo e convulsões. Corri, peguei o bebê e comecei a soprar no seu nariz, mas nada aconteceu.


Então chamei o marido da minha irmã, um pastor, o irmão Mavoungou, que estava dormindo no outro quarto, e ele veio rapidamente, pegou o bebê, e fez tudo o que podia em oração. Minha irmã e eu começamos a orar com um outro irmão que estava conosco, por mais de uma hora. A vida não voltava à criança. Ela tinha parado de respirar, sua pele estava azul, saliva branca saindo da boca, e a barriga e o lábio superior incharam. Bem, ela estava deformada e parecia muito ruim.


Oramos por quase duas horas, mas nada aconteceu. A criança ainda estava sem vida.


Orei de todo o coração, confessei todos os pecados, mas, nada. Eu estava perdendo toda a esperança. Eu queria gritar, mas uma voz me disse: "Se você acredita que Deus pode devolver a vida à sua filha, por que quer gritar? Se gritar, é o fim para ela."


Antes do bebê nascer, eu tinha visto meu profeta, William Marrion Branham, em sonho e ele me garantiu que eu teria essa criança. E foi isso o que aconteceu. Então lembrei-me desse sonho, e fui a uma sala separada. Eu estava diante do quadro do profeta com a Coluna de Fogo e disse: "Senhor Jesus, Tu és Deus e sei disso. Tu me prometeste essa criança por Seu profeta, através de um sonho. Fiel à Tua Palavra, cumpriste a Tua promessa. Mas nunca disseste que, depois, a levarias. A promessa foi que tudo estaria bem. Tu és o Rei dos reis, Senhor dos senhores, o Grande Deus Todo-Poderoso. Prometeste Isaque a Abraão, mas não tomaste Isaque de volta. Se dares à minha filha sua vida de volta, prometo que vou servi-Lo sem mentiras e sem hipocrisia."


Voltei e, sem perceber o que eu estava fazendo, peguei a criança e comecei a apertar sua barriguinha. O meu cunhado sentiu de fazer o mesmo. Nesse momento, eu também comecei a soprar nas narinas, dizendo: "Pobre diabo, faça suas malas e saia! Você não pode levar esta criança. Satanás, você só tem poder quando o próprio Deus lhe permite agir. Sem a permissão Dele, você não pode fazer nada, e sei que Ele não vai lhe permitir que faça isso, porque Ele me deu esta criança."


De repente, a criança evacuou duas vezes, e movimentou os cílios. E uma vez que ela tinha um olhar fixo, seus olhos agora se abriram e começou a respirar após mais de duas horas. Sua pele tornou-se normal, ela adormeceu um pouco, acordou e mamou normalmente.


Depois de um tempo, recebi um telefonema do meu marido. Atendi, e eu estava tremendo. Ele me perguntou se estava tudo bem, não sabendo de nada do que havia acontecido. Eu disse que sim, sem dizer nada, esperando seu regresso.


Até este dia, nosso bebê Schamma-El Déborah está bem para a glória do Deus da Glória. Aleluia!


Irmãos e irmãs, sei que Ele é Deus.


Irmã Victorine, Ouagadougou, Burquina Faso




Fonte:
http://branham.org/
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